Você sabe conduzir uma sessão com um casal que chega brigando na sua sala. Sabe a hora de calar a boca e a hora de intervir. Sabe diferenciar ciúme de controle em dois minutos de conversa.
Então por que é que, na hora de gravar um vídeo, você trava olhando pro celular sem saber o que falar?
Já imaginou se o seu Instagram trabalhasse pra você?
Se, em vez de depender de indicação de paciente antigo, chegasse mensagem no direct dizendo "li o que você escreveu e me senti exatamente assim, você está atendendo?".
Se o seu perfil fosse o lugar onde a pessoa que está há meses num relacionamento que não anda entra e pensa "é isso, é exatamente isso que eu vivo".
Vamos ser sinceros: essa não é a primeira vez que você tenta.
Você já postou frase bonita em fundo bege. Já postou citação de autor com a fonte certinha. Já postou "agende sua sessão" e ouviu o silêncio responder. Já pagou social media que entregou post lindo e nenhum paciente novo.
E o pior: você já escreveu um texto bom, de verdade, que morreu em 200 visualizações, enquanto um perfil de frase de efeito, sem formação nenhuma, alcançava milhares falando do mesmo assunto.
Se postar fosse o suficiente, a sua agenda já estaria cheia.
O que eu vou te mostrar nessa página é o seguinte: o problema nunca foi a sua criatividade. O problema é que você está criando conteúdo no escuro, sem saber o que de fato passa na cabeça de quem está sofrendo num relacionamento e ainda não procurou ajuda.
Quando você tem esse mapa na mão, o conteúdo para de ser um parto. Vira execução.
Eu não sou terapeuta. Eu nunca conduzi uma sessão na vida.
Mas eu vivo de uma coisa só: entender o que faz uma pessoa parar o dedo na tela. E é por isso que profissional de saúde mental tem me procurado nos últimos anos.
Eu estava numa reunião de análise com uma profissional que tinha acabado de me mostrar o perfil dela.
Mais de trezentas publicações. Legenda caprichada. Design bonito. Tudo certinho.
E cinco mil seguidores.
Ela olhou pra câmera e falou a frase que eu já tinha ouvido de dezenas de pessoas antes dela:
E eu entendia ela, porque eu já tinha batido nessa mesma parede.
Eu venho do interior de Minas, filho de ex-doméstica e motorista. Fui o pior aluno da sala. Comecei a vender com oito anos de idade porque precisava.
Quando eu entrei na internet, eu fiz o que todo mundo faz: postei o que eu achava bonito, o que eu achava interessante, o que eu achava que as pessoas queriam ver.
Resultado: o mesmo dela. Esforço grande, retorno nenhum.
Até que caiu a ficha do que estava errado.
Eu estava criando conteúdo a partir da minha cabeça. E a minha cabeça não é a cabeça de quem procura ajuda.
Quem decide o que viraliza não é quem grava. É quem assiste.
Conteúdo que funciona não nasce de criatividade. Nasce de pesquisa.
Não é sobre inventar um assunto genial. É sobre descobrir a pergunta que já está na cabeça da pessoa, incomodando há meses, e ser o primeiro a responder de forma simples.
Quando você fala exatamente a dúvida que a pessoa tem, ela sente que você leu a mente dela. E quem lê a mente da pessoa não precisa pedir paciente. O paciente vem.
Então eu comecei a caçar essas perguntas.
Primeiro no braço: lendo comentário, lendo direct, anotando num caderno tudo que as pessoas perguntavam. Funcionava, mas era lento demais.
Depois eu testei ferramenta de busca, mapa mental de assuntos, pesquisa dentro do próprio Instagram. Melhorou.
E por último eu entendi que o levantamento tinha que ser feito por público, não por tema. Porque a dúvida de quem está desconfiando que o relacionamento é tóxico e nunca procurou ninguém não tem NADA a ver com a dúvida de quem já está em terapia há oito meses e não vê mudança.
Foi aí que começou a funcionar de verdade. Meus vídeos passaram a ser entregues, o perfil cresceu, e hoje eu tenho mais de 1,4 milhão de pessoas me acompanhando, tudo no orgânico.
O jogo está armado contra você desde a formação.
E aí eu percebi uma coisa sobre a sua profissão que me deixou revoltado.
Porque você foi formado pra discrição. Sigilo, reserva, cuidado. E isso está certo dentro do consultório. Só que aí você chega no Instagram, onde ganha quem fala, e você se sente errado só de aparecer.
E tem uma coisa que piora tudo: enquanto outros profissionais podem mostrar resultado de cliente, você não pode. Você não vai postar o antes e depois de um paciente. Você não vai contar o caso que deu certo. A sua ética não permite, e ela está certa.
Só que isso significa uma coisa que ninguém te falou: o seu conteúdo é a sua ÚNICA vitrine. Você é o profissional que mais depende de conteúdo e o que menos recebeu orientação pra fazer.
E tem uma mentira que te contaram e que te atrasou anos:
Mentira. O boca a boca traz, mas traz pouco e traz devagar, e enquanto isso a pessoa que está sofrendo agora, hoje, nesse exato momento, está no Instagram procurando uma explicação pro que ela sente. E vai encontrar quem estiver lá.
Não é sobre se divulgar. É sobre estar presente onde a dor da pessoa acontece.
E o verdadeiro culpado não é você.
É o conteúdo genérico de autoajuda que ocupou o lugar que deveria ser seu. É o perfil de frase bonita em fundo bege, sem formação nenhuma, dando conselho de relacionamento pra milhão de pessoas. É a indústria de marketing que entrega o mesmo calendário de conteúdo pro dentista, pro nutricionista e pro terapeuta.
Eles vendem embalagem. O que falta é diagnóstico.
Quando eu comecei a aplicar esse raciocínio com os profissionais que me procuravam, a virada foi rápida.
A profissional daquela reunião? Dez meses depois, saiu de cinco mil pra mais de noventa mil seguidores.
E não foi só ela.
A Luana é psicóloga e terapeuta de casal, exatamente como você. Ela tinha 3 mil seguidores. Hoje tem mais de 360 mil pessoas acompanhando ela falar de relacionamento.
E tem mais gente do seu nicho:
Eu acompanhei advogada de dívida bancária sair de 5 mil pra mais de 90 mil seguidores. Advogada previdenciarista sair de 2.200 pra 202 mil. Advogado de direito imobiliário sair de 3 mil pra 355 mil.
Repara numa coisa: são áreas técnicas, áridas, cheias de regra, dessas que todo mundo jura que não viralizam. E todas cresceram.
Agora pensa no seu assunto. Relacionamento é um dos temas que mais prende atenção na internet inteira. Ciúme, término, traição, apego, a briga que se repete. As pessoas consomem isso o dia todo.
A diferença é que, no seu nicho, quem está colhendo essa atenção quase nunca é quem tem formação pra falar. É esse espaço que está vago.
E aconteceu uma coisa que eu não esperava quando comecei a fazer esse levantamento por público.
Eu descobri que o mapa não serve só pra gravar vídeo.
Serve pra primeira sessão, porque você já sabe a vergonha e o medo que a pessoa traz antes dela conseguir falar. Serve pra quem responde o seu direct. Serve pra escrever o texto do seu site e da sua bio. E serve pra você perceber que existe um tipo de pessoa chegando até você que não é o casal clássico: é quem está sozinho e tem dificuldade de se relacionar, um público enorme que quase nenhum terapeuta de relacionamento fala diretamente.
Foi por isso que eu criei o Diagnóstico de Público: Terapeuta de Relacionamento.
É um documento que mostra, preto no branco, o que passa na cabeça de quem está sofrendo num relacionamento, de quem não consegue se relacionar e de quem já está tentando mudar e não vê resultado. As dores, as dúvidas e os desejos, separados por etapa, e os assuntos organizados em territórios, prontos pra virar pauta.
Não é teoria de marketing. É o mapa da cabeça de quem precisa de você.
Pra chegar nesse documento, eu levei anos entendendo o que faz conteúdo ser entregue, e meses levantando e organizando esse diagnóstico especificamente pro público de relacionamento. Pergunta por pergunta, dor por dor, separando o que é dúvida de quem ainda não buscou ajuda do que é cansaço de quem já tentou e voltou atrás várias vezes.
E o que isso faz com a sua semana é simples: acaba com a página em branco.
Você não senta mais pra pensar "o que eu posto hoje?". Você abre o documento, escolhe a pergunta, grava e posta.
O que antes era uma hora travado tentando ter ideia vira cinco minutos escolhendo uma linha de uma lista.
- Você descobre as dúvidas de quem sente que algo não vai bem e ainda não procurou ninguém, para que o seu conteúdo chegue nessa pessoa antes dela desistir ou procurar qualquer outro profissional.
- Você descobre as dores de quem já tentou terapia e não viu mudança, para que você fale com quem está pronto pra marcar uma sessão essa semana.
- Você descobre o que passa na cabeça de quem tem dificuldade de se aproximar das pessoas, para que o seu perfil também alcance quem está sozinho, e não só o casal em crise.
- Você recebe os assuntos separados por território, para que o seu perfil pare de ser só frase bonita e passe a ter variedade: dúvida, técnica, ferramenta, estratégia, e o lado emocional, que é o que mais conecta.
- Você vê as perguntas na linguagem que a pessoa usa, para que você pare de escrever "padrões relacionais disfuncionais" quando ela está digitando "por que eu sempre me envolvo com o mesmo tipo de pessoa?".
Deixa eu te mostrar exatamente o que você recebe:
Dores, Dúvidas e Desejos por etapa
De um lado, quem sente que algo não vai bem nos relacionamentos e ainda não buscou ajuda: medo de ser abandonado, ciúme que sufoca, briga que se repete, vergonha de admitir que o relacionamento não está bem. Do outro, quem já está buscando ajuda ou já tentou resolver: já fez terapia e não viu mudança, terminou e voltou várias vezes, medo de recaída, cansaço de recomeçar. São dois públicos diferentes, com conteúdo diferente, e quase todo terapeuta fala com os dois ao mesmo tempo e não conecta com nenhum.
75 dúvidas reais, numeradas
Da pessoa que pergunta "brigar muito é normal?" até a que pergunta "como manter a mudança depois que a terapia acaba?". Cada uma dessas perguntas é um vídeo seu. São 75 vídeos de pauta na sua mão.
Território Dúvidas
Todas as perguntas organizadas e marcadas por etapa, pra você saber se aquele vídeo serve pra atrair gente nova ou pra fechar quem já está pronto pra marcar.
Território Técnicas
Dez temas que o seu público precisa ver você dominando: comunicação não violenta no casal, identificar o próprio estilo de apego, colocar limites, lidar com ciúme, reconhecer o padrão que se repete, se acalmar no meio da briga, reconstruir confiança depois de uma traição, identificar sinais de abuso, atravessar um término, e se aproximar aos poucos pra quem tem dificuldade de se relacionar.
Território Ferramentas
Seis ferramentas que viram conteúdo salvável: diário emocional, autoquestionário informativo sobre estilos de apego, checklist de sinais de relação saudável e tóxica, combinados do casal para as brigas, linha do tempo do relacionamento e carta não enviada. Conteúdo de ferramenta é dos que mais salvam e compartilham, porque a pessoa guarda pra usar depois.
Território Mental
Dez dores do lado que quase ninguém posta e que é o que mais gera conexão: medo de ser abandonado, vergonha de admitir que o relacionamento não vai bem, sensação de não merecer ser amado, culpa por querer terminar, frustração de a terapia não mostrar resultado rápido, solidão no meio do processo, medo de repetir o padrão. É aqui que a pessoa decide confiar em você.
Território Estratégia
Cinco orientações que posicionam você como quem conduz o processo com responsabilidade, incluindo as que separam o profissional sério do perfil de conselho fácil: terapia é processo e não solução rápida, entender o próprio padrão pesa mais que trocar de parceiro, e em relação abusiva a segurança vem antes de qualquer técnica.
Território Prático
60 perguntas com resposta curta e direta, do tipo que vira carrossel e vídeo de resposta rápida: quanto dura a terapia, se funciona online, se precisa dos dois, se ciúme é amor, quantos estilos de apego existem, o que falar na primeira sessão.
E repara no que isso significa na prática: entre as 75 dúvidas, os seis territórios e as 60 perguntas práticas, você sai dessa página com pauta suficiente pra postar todo dia durante meses sem repetir assunto e sem nunca mais abrir o Instagram sem saber o que falar.
Se você fosse levantar isso sozinho, teria que passar semanas lendo comentário, anotando o que o paciente traz na primeira sessão, pesquisando o que as pessoas procuram, e depois organizar tudo por etapa e por tipo de conteúdo.
Calcula quanto vale a sua hora de atendimento e multiplica por esse tempo.
Agora deixa eu te perguntar uma coisa.
Se isso aqui te fizesse virar a referência que a pessoa manda pra amiga que está num relacionamento ruim, valeria a pena?
Se isso tirasse a sua agenda da dependência de indicação, valeria a pena?
Eu não vou cobrar o preço de uma consultoria. Não vou cobrar nem o preço de um curso.
Terapeuta de Relacionamento
Garantia Pauta Cheia
E eu vou tirar o risco todo de você.
Você tem 7 dias. Abre o documento, lê as dores, lê as 75 dúvidas, passa pelos territórios. Se você não encontrar ali pelo menos 30 ideias de conteúdo que você ainda não tinha pensado, me pede o dinheiro de volta e pronto, sem precisar explicar nada.
Mas tem uma coisa que eu preciso te falar com honestidade.
Primeiro: R$97 é preço de teste. Eu estou medindo como esse material performa e esse valor pode subir a qualquer momento.
Segundo, e mais importante: cada terapeuta que tiver esse mapa na mão é mais um disputando as mesmas dúvidas, no mesmo Instagram, pelas mesmas pessoas. Essas perguntas estão sendo respondidas hoje por quem não tem formação pra isso. Quem chega primeiro ocupa o assunto e vira a referência daquela resposta.
Imagina daqui a seis meses.
Você abre o Instagram de manhã e tem direct de gente dizendo "eu me vi no que você falou". Você não grava mais no escuro: já sabe qual pergunta responde na quarta e qual responde na sexta. E quando alguém da sua cidade estiver às duas da manhã procurando entender por que o relacionamento dela não anda, o rosto que aparece é o seu.
Clica no botão abaixo agora, preenche seus dados e o acesso ao documento chega no seu e-mail na hora. Em cinco minutos você já está escolhendo o assunto do seu primeiro vídeo.
Pra quem já está entrando: assim que receber, abre direto no Território Mental. É de lá que sai o conteúdo que mais conecta, e é o que quase ninguém no seu nicho posta.
E olha, vou ser direto com você, do mesmo jeito que eu sou com os meus mentorados.
Não faz diferença nenhuma pra mim se você comprar isso ou não. Eu vou continuar trabalhando, as pessoas que eu acompanho vão continuar crescendo e o meu dia vai ser exatamente o mesmo.
Quem decide se vai continuar gravando no escuro ou não é você.
Resumindo o que você leva por R$97:
- Dores, dúvidas e desejos do seu público, separados por etapa
- 75 dúvidas reais numeradas, cada uma é um vídeo
- Seis territórios de assunto: Dúvidas, Técnicas, Ferramentas, Mental, Estratégia e Prático
- 60 perguntas práticas com resposta curta, prontas pra virar carrossel
- Garantia Pauta Cheia de 7 dias